domingo, 10 de dezembro de 2017

Life Smartphone

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Para os meus alunos do 11º E, com confiança no futuro, e votos de um estudo!

Será um futuro, talvez, sombrio demais? Exagero e caricatura nalguns casos, noutros não será já uma fiel descrição do comportamento (e da vida) de muitas pessoas?
O esforço árduo de muitos homens e mulheres na procura do conhecimento foi para chegar a...isto?

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Matriz do 3º teste do 10º ano (Esla)

Tabela de verdade da conjunção

Duração: 90 + 10 minutos de tolerância

Objetivos:

1. Classificar proposições quanto à qualidade (afirmativas e negativas) e quanto à quantidade (universais, particulares e singulares).

2. Reescrever frases universais, particulares e singulares de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

3. Nomear e explicar as relações lógicas contidas no Quadrado da Oposição.

4. Determinar o valor de verdade de proposições dadas tendo em conta o Quadrado da Oposição.

5. Negar proposições universais, particulares e singulares.

6. Explicar o que é uma conetiva (ou operador) proposicional.

7. Distinguir proposições simples e compostas.

8. Nomear as conetivas proposicionais consideradas pela lógica proposicional: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional e bicondicional.

9. Identificar a forma canónica e algumas formas alternativas de cada conetiva proposicional.

10. Reescrever frases com conetivas proposicionais de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

11. Identificar e usar os símbolos representativos das conetivas proposicionais (constantes lógicas).

12. Saber o que são variáveis proposicionais.

13. Fazer o dicionário de proposições dadas.

14. Formalizar proposições dadas.

15. Reconhecer o âmbito das conetivas proposicionais usadas numa proposição.

16. Conhecer e compreender a tabela de verdade de cada operador proposicional.

17. Explicar e exemplificar o que são condições suficientes e condições necessárias.

18. Determinar as condições de verdade de proposições compostas através da construção de tabelas de verdade.

19. Calcular o valor de verdade de frases e formas proposicionais dados os valores de verdade das suas componentes.

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e exercícios de lógica.

Para estudar:

Fotocópias (da pág. 2 à pág. 16) e exercícios enviados para o email da turma.

sábado, 25 de novembro de 2017

Matriz do 2º teste do 11º ano (Esla)

spock logic Lógica

Duração: 90 + 10 minutos de tolerância

Objetivos:

1. Indicar o objeto de estudo da Lógica.

2. Distinguir proposições simples e compostas.

3. Conhecer os operadores considerados na lógica proposicional: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional e bicondicional.

4. Reescrever frases de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

5. Formalizar proposições.

6. Conhecer e compreender a tabela de verdade de cada operador proposicional.

7. Explicar e exemplificar o que são condições suficientes e condições necessárias.

8. Determinar as condições de verdade de proposições compostas através da construção de tabelas de verdade.

9. Distinguir tautologias, contradições e continências.

10. Explicar o que são argumentos.

11. Distinguir argumentos e não argumentos.

12. Identificar as premissas e a conclusão de argumentos apresentados.

13. Descobrir premissas ocultas em entimemas.

14. Reescrever argumentos, colocando-os na forma canónica.

15. Formalizar argumentos.

16. Distinguir a validade dedutiva e a validade não dedutiva.

17. Testar a validade de formas argumentativas através de inspetores de circunstâncias.

18. Distinguir e identificar as formas argumentativas válidas e inválidas estudadas.

19. Completar formas argumentativas.

20. Construir argumentos com essas formas.

21. Explicar o que são falácias informais.

22. Identificar e explicar em que consistem as falácias informais estudadas: Falácia ad hominem, Falácia do apelo à ignorância, Falso dilema, Falácia do espantalho, Falácia da derrapagem e Petição de princípio.

23. Explicar cada um dos argumentos não dedutivos.

24. Explicar as regras de validade dos argumentos não dedutivos.

25. Distinguir as argumentos não dedutivos válidos das suas versões falaciosas.

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e extensa, exercícios de lógica.

Para estudar:

Páginas do manual adotado: da 14, 18 à 22; da 51 à 83 (ignorar quadro das pp. 64 e 65), da 91 à 98, da 100 à 108.

PDF’s

O que é um argumento?

Ficha de Trabalho – Argumentos

Validade dedutiva

Afirmação da antecedente e negação da consequente

Falácias informais do apelo à ignorância, da derrapagem e do boneco de palha

Exemplos das falácias do espantalho e da derrapagem

Derrapagem: do casamento homossexual ao incesto

Petição de princípio

Exemplos da falácia do apelo à ignorância

Apelo à ignorância: Milagre ou falácia?

Generalizações e previsões

Argumento por analogia

Argumentos não dedutivos: previsão, generalização, analogia e argumento de autoridade

Duas tradições: o apedrejamento e a tourada

Generalização ou contra-exemplo?

Ficha de revisão: identificação de argumentos não dedutivos

domingo, 12 de novembro de 2017

Matriz do 2º teste do 10º ano

cristiano ronaldo e a lógica

Duração: 50 minutos

Estrutura: Escolha múltipla. Questões de resposta curta. Exercícios de lógica.

Objetivos:

1. Explicar os seguintes conceitos: tese, argumento, premissa, conclusão, objeção, refutação e lógica.

2. Explicar o que é uma proposição.

3. Distinguir frases que exprimem proposições de frases que não exprimem proposições.

4. Explicar o que são ambiguidades e distinguir ambiguidades semânticas e ambiguidades sintáticas.

5. Explicar porque é importante – na filosofia e noutras áreas do conhecimento - evitar ambiguidades.

6. Classificar proposições quanto à qualidade (afirmativas e negativas) e quanto à quantidade (universais, particulares e singulares).

7. Reescrever frases universais, particulares e singulares de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

8. Nomear e explicar as relações lógicas contidas no Quadrado da Oposição.

9. Determinar o valor de verdade de proposições dadas tendo em conta o Quadrado da Oposição.

10. Negar proposições universais, particulares e singulares.

11. Explicar o que é uma conetiva (ou operador) proposicional.

12. Distinguir proposições simples e compostas.

13. Nomear as conetivas proposicionais consideradas pela lógica proposicional: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional e bicondicional.

14. Identificar a forma canónica e algumas formas alternativas de cada conetiva proposicional.

15. Reescrever frases com conetivas proposicionais de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

16. Identificar e usar os símbolos representativos das conetivas proposicionais (constantes lógicas).

17. Saber o que são variáveis proposicionais.

18. Fazer o dicionário de proposições dadas.

19. Formalizar proposições dadas.

20. Reconhecer o âmbito das conetivas proposicionais usadas numa proposição.

Para estudar:

Fotocópias e PDF’s.

Não é só na filosofia que a ambiguidade é um problema

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

As gerações futuras não são "parvas"

Resultado de imagem para não quero ser professor

De acordo com um estudo (cujos resultados foram apresentados recentemente), só os alunos mais fracos manifestam interesse em vir a ser professores. Eu compreendo esta falta de vocação para a "missão" da educação: mal pagos; sem reconhecimento social pela profissão; vítimas de concursos injustos e humilhantes; vítimas das constantes experiências inovadoras dos sucessivos governos (sem que se faça qualquer balanço dos resultados das medidas implementadas); congelados e sem perspetiva de o tempo de serviço vir a ser considerado; sem qualquer perspetiva de reconhecimento objetivo do mérito profissional (ao contrário de outras profissões); alguns deles com maus horários e um número excessivo de níveis; vítimas de uma burocracia diária sem fim (que se prolonga pela noite dentro e nos fins de semana); muitos a fazer quilómetros para receberem no fim do mês...

Ah e, então, o prazer de ensinar? Bem o meu filho mais velho, há anos atrás, quando questionado acerca da profissão futura, disse: "Eu ser professor, achas que sou parvo? Não assisti durante anos à vida que tu e o pai têm?"

Portanto, as gerações futuras não são "parvas", revelam antes inteligência ao procurar fugir do ensino. Eu diria que muitos dos que continuam a ensinar hoje só o fazem porque não têm alternativa. Esta é a triste realidade a que chegamos e que, talvez, merecesse ser alvo de um estudo sério.